" E se... o SEU TEMPO ACABAR?! " - RELEMBRANDO! ....

  ...mensagem de Maio 2021 mas continúa actual!!!....

ORAÇÃO: Mensagem importante!

Hoje – 21 Maio 2021 - ao acordar, senti um chamado à oração, mais forte do que o habitual. ORAR duas vezes por dia, no mínimo, sendo que uma delas deverá ser feita logo de manhã ao acordar, e a outra ao fim do dia, antes de deitar.
O Senhor me fez compreender o quão importante são as nossas preces e orações, invocando o Santo nome de JESUS DE NAZARÉ, Seu amado Filho e o nosso Redentor, e colocarmos sob a Sua proteção a nossa vida, mas sobretudo, a nossa ALMA!, e o nosso ESPÍRITO!
Senti que é urgente e de extrema importância que entreguemos a DEUS os cuidados de cada dia, pedindo que nos oriente em tudo o que fazemos, que nos dirija nas nossas decisões, que nos ajude a ter uma mente e um coração como o de JESUS CRISTO, para que os nossos pensamentos e emoções estejam em harmonia com os ensinamentos do nosso grande Mestre e Salvador, e que assim, as nossas atitudes e comportamento sejam um louvor a Deus Pai, a Deus Filho e ao Espírito Santo! 
 
Estes tempos conturbados, de incerteza, de tristeza, de angústia devem fazer com que busquemos ainda mais a presença do nosso Pai Celestial, do nosso Rei e Senhor JESUS DE NAZARÉ (Yeshua) e do Espírito Santo!, pois que os tempos profetizados na Bíblia por JESUS CRISTO estão muito próximos de acontecer!!!, e por isso é tão urgente dedicarmos mais tempo à oração pois é durante esses momentos que o Senhor nos transmite as Suas orientações. 
Acredito que muitos de vocês já devem ter sentido e percebido que assim é!
 
Vamos buscar MAIS a DEUS, a JESUS CRISTO e ao ESPÍRITO SANTO, e fortaleçamos este maravilhoso relacionamento, que é insubstituível! 
 
QUE DEUS PAI TODOPODEROSO NOS ABENÇOE, ILUMINE E PROTEJA, em nome do nosso SENHOR E SALVADOR JESUS DE NAZARÉ! Amém!

 
 

" Jesus, porém, chamou-as e disse: “Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas” (Lucas 18,16) "

" Jesus, porém, chamou-as e disse: “Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas” (Lucas 18,16)

O“dia das crianças” varia conforme o lugar do mundo. Mas todos podemos e devemos rezar pelos pequeninos todos os dias! Esta é uma sugestão de oração:
Senhor, as nossas crianças precisam de Deus, de crescer com valores humanos e cristãos, que ajudem a fazer melhor suas escolhas.
Elas precisam de um lar equilibrado e pais que se amem, para que elas não percam o valor do amor e da vida;
Nossas crianças precisam ser crianças e não trabalhar antes da hora ou roubar os seus direitos financiando guerras de adultos inconseqüentes;
Elas precisam de saúde e segurança para crescer e ajudar o nosso país a conquistar o futuro de outras crianças;
Senhor, as nossas crianças precisam de paz, de viver sem medo e sem o horror da violência;
De uma casa para morar; De liberdade para sorrir e brincar;
Peço Senhor, que nossas crianças tenham a oportunidade de estudar, de aprender a ler e escrever e encontrar a sua vocação;
Precisam de pais que participam, de diversão, para que cresçam normais;
De brinquedos sadios, que não destruam suas consciências;
Pipoca, cinema, praia, futebol, amizade, tranquilidade, carinho, bichinhos, tios e avós…
Senhor, as nossas crianças precisam de mim e de você que está rezando por elas agora! Lembrei-me de uma música: “Depende de nós… a felicidade de nossas crianças”.
“Ó meu bom Jesus, que a todos conduz, olhai as crianças do mundo!”
AMÉM! 

 

" Acertando as contas "

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 " E, se invocais por Pai... andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação." - 1 Pedro 1:17 

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No final de cada ano financeiro, toda empresa comercial ou industrial, tem que elaborar um relatório de prestação de contas, para mostrar o saldo das atividades do ano que se passou. 

Resultados positivos regulares demonstram que a direção e o desenvolvimento da companhia estão em boas mãos. Entretanto, se os resultados deteriorarem, revelando uma queda nos lucros ou até mesmo dívidas, então a causa tem que ser urgentemente encontrada e solucionada. 

SERÁ QUE NÃO DEVERÍAMOS TER MOMENTOS EM NOSSA EXISTÊNCIA COMO SERES HUMANOS DIANTE DE DEUS, EM QUE NÓS TAMBÉM AVALIAMOS NOSSA SITUAÇÃO E COMPREENDEMOS O NOSSO LUGAR DIANTE D' ELE? 

OS CRISTÃOS PRECISAM SE PERGUNTAR SE A SUA COMUNHÃO COM O PAI E COM O SEU FILHO, O SENHOR JESUS CRISTO, FOI VERDADEIRA. 

Nós experimentamos e aproveitamos mais o amor do Senhor?  Ou fomos distraídos por atividades e preocupações de modo que ao longo do tempo a distância entre Ele e as nossas almas aumentou?

Se algum dos nossos leitores ainda não conhecem o Senhor Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal, será que eles já deram um passo em direção a Ele? Ele certamente tem chamado e convidado nesse ano, conforme fez nos anos anteriores também. Você já pensou o que eventualmente te aguarda, se você ainda não avaliou a sua conta com Ele?

Um dia o Senhor Jesus Cristo irá anunciar o resultado do seu balancete sem qualquer advertência prévia. Contudo, hoje Ele ainda oferece a salvação a todos: aceite sem hesitação!   

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(Texto extraído do livro " Boa Semente " , GBV GmbH - 2021)

 

" O regozijo dos santos e a vitória sobre as bestas " - Apocalipse 19.1-21

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A simbolização da completa ruína de Roma introduz a quarta vitória do drama final. Esta vitória retrata a exultação ou regozijo dos santos redimidos. A cena se abre com uma grande hoste celestial cantando aleluias.

Apocalipse 19.1-2
1 - Depois destas coisas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus,
2 - porquanto verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande meretriz que corrompia a terra com a sua prostituição e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.

É um cântico que atribui a Deus a libertação, a glória e o poder, por causa dos seus retos juízos sobre a Roma iníqua e perseguidora. Não é propriamente um cântico de alegria pelo mal que sobreveio a Roma; é mais um cântico de regozijo pela vitória da retidão e da verdade.

Por sobre as lamentações e o choro dos reis, mercadores e marinheiros derrocados e por sobre o fragor dos muros que caem e das ruas devoradas pelo incêndio, ouve-se o louvor dos santos, em grande regozijo, porque a retidão triunfou sobre o mal.

A destruição aqui descrita, da queda de Roma, é coisa notável. Mas não tão notável quanto fora a destruição operada por nações, homens e mulheres ímpios, a quem se concedera agir livre e desbragadamente na cena da crueldade, da degeneração e da perseguição ao pobre povo de Deus. É agora a vitória da retidão que incentiva esse maravilhoso coro de aleluias. 

Apocalipse 19.3
3 - Segunda vez disseram: Aleluia! E a sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos.

O coro repete o aleluia, e João anota que a fumaça de Roma destruída, que se eleva para todo o sempre, serve de estímulo para uma segunda aleluia. Pinta-se a destruição de Roma não como uma cidade cujos prédios caem por terra, devorados pelo incêndio, e cujos escombros os sobreviventes podem depois remover.

Pinta-se sua destruição como eterna, como um incêndio eterno. Há sempre combustível para se atirar ao incêndio, de modo que o fumo se eleva sem cessar e para todo o sempre, não se podendo reconstruí-la.

Com o segundo aleluia, surgem no cenário vinte e quatro anciãos e quatro criaturas viventes (animais) que se juntam ao cântico de triunfo e dizem — "Assim seja! Aleluia!"

Apocalipse 19.4
4 - Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!

Uma voz se ouviu, vinda do altar, que ordenou a todos os servos de Deus que o louvassem. E, neste ponto, João ouviu os remidos cantando, em enorme multidão, como a voz de muitas águas: "Aleluia! porque o Senhor nosso Deus, o Todo-poderoso, reina!" 

Apocalipse 19.5-10
5 - Saiu uma voz do trono, exclamando: Dai louvores ao nosso Deus, todos os seus servos, os que o temeis, os pequenos e os grandes.
6 - Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso.
7 - Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou,
8 - pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.
9 - Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus.
10 - Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.

Cantam este hino nesta ocasião gloriosa, porque acham que se aproximam as bodas do Cordeiro, pois já a sua esposa se aprontou. A esposa é a Igreja, e ela se vestiu de linho fino, puro e resplandecente, para essa ocasião. 

O esposo é o Cordeiro, que preparou um lugar para sua esposa. Agora é chegada a hora alegre de sua união. Mas parece que os remidos se adiantaram um bocado... O tempo para a completa união ainda não chegou. 



O Cordeiro tem ainda uma batalha a travar, antes que se remova toda a oposição à sua união. Um dos mensageiros ameniza esse desapontamento, dizendo a João que escreva: "Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro." Todos os remidos lá estarão, mas ainda não chegou a hora.

O livro do Apocalipse não nos descreve a união do Cordeiro com a Igreja. Até chegarmos lá, talvez no capítulo 21, muda-se o cenário e novamente não se menciona essa união, ainda que haja a perfeita união de Cristo com os remidos. 

João faz assim muitas vezes. Ele não descreveu o soltar dos ventos da vingança retribuidora (7:1); mudou logo para a cena das trombetas. Preparou o caminho para os partos (persas) invadirem Roma (16: 12), mas não falou mais nisso; passou para outra cena, e deixou que o terremoto e uma gigantesca saraivada realizassem essa obra destruidora.

Em ambos os exemplos alcançou-se a finalidade. Assim também se dá aqui com o símbolo das bodas do Cordeiro.

Por certo que a visão é simbólica. Alguns a tomam literalmente e buscam descobrir quando e onde se darão essas bodas, como e por que, e tudo mais que se refira a este acontecimento.

Alguém ouviu dizer que se trata mesmo de um casamento, e que o apóstolo Paulo é quem oficiará, porque ele muito contribuiu para que saia esse casamento! Tudo isso é pura fantasia, e nada mais. A ocasião do casamento nas terras orientais proporcionava grandes alegrias e festas. 

Mas nos dias de João as cerimônias públicas de casamento se tinham tornado tão corrompidas que os cristãos já não podiam tomar parte nelas. Aqui está agora apresentado um casamento a cujas cerimônias todos eles podiam assistir — pois eles (os cristãos) seriam a esposa, quando chegasse o dia de sua união feliz e final com o Cordeiro.

As bodas são um lindo símbolo da união de Cristo e sua Igreja. Este era o motivo daquele cântico alegre e festivo dos redimidos em triunfo.

O guerreiro vencedor: Cristo
O triunfo seguinte, desta série, é o de Cristo. Até aqui foi ele apresentado como Leão, como Cordeiro, como Juiz, e agora é ele o Guerreiro Vitorioso. Parece haver pouca discussão sobre se é Cristo mesmo a pessoa aqui simbolizada. 

Apocalipse 19.11-18
11 - Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.
12 - Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo.
13 - Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus;
14 - e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro.
15 - Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e ele mesmo as regerá com cetro de ferro e, pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso.
16 - Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.
17 - Então, vi um anjo posto em pé no sol, e clamou com grande voz, falando a todas as aves que voam pelo meio do céu: Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus,
18 - para que comais carnes de reis, carnes de comandantes, carnes de poderosos, carnes de cavalos e seus cavaleiros, carnes de todos, quer livres, quer escravos, tanto pequenos como grandes.

Os cristãos que assistem ao espetáculo veem agora levantar-se o pano de boca e surge diante deles um que está assentado sobre um cavalo branco — símbolo de vitória. O nome do cavaleiro é "Fiel e Verdadeiro", "A Palavra de Deus", e no seu vestido está escrito: "Rei dos reis, e Senhor dos senhores".


Estes nomes identificam-no com o Cristo. No princípio do Livro do Apocalipse, ele fora chamado "a testemunha fiel e verdadeira" (1:5; 3:7; 3:14). Um dos termos favoritos de João para identificar Cristo é "a Palavra de Deus" — a expressão oral de Deus ao homem. 

Identifica-se o Cordeiro no cap. 17, v. 14, com o "Rei dos reis", "Senhor dos senhores". Além destes nomes, há outros sinais que o identificam: "Os seus olhos eram como chama de fogo" (1:14). "Da sua boca saía uma aguda espada" (1:16). "Ele regerá (as nações) com vara de ferro" (12:5). "Ele executa a ameaça da ira de Deus" (14:20) "Ele traja um vestido salpicado de sangue" (Isaías 63:3).

 

O Guerreiro vencedor não está só. Vem seguido de um exército celestial, e todos os cavaleiros montam cavalos brancos e vestem linho branco e puro. Tudo isto simboliza vitória. Não se diz se estavam armados ou não.

O Chefe deles marcha à frente, e sua arma é uma espada aguda que lhe sai da boca. Com esta arma ele atacará os inimigos, e os vencerá; e, daí, submetidos, ele os regerá com vara de ferro.

Identifica-se melhor a espada como "uma arma espiritual de poder irresistível". Alguns acham que esta arma é a Bíblia, visto que dela se fala como "a Espada do Espírito". Outros acham que é "o Juízo", achando que se trata de um símbolo semelhante ao da foice, usado no capítulo 14. 

Seja como for, é uma arma espiritual de poder irresistível. Com essa arma, ele ganha a batalha.
Anuncia-se a vitória, mesmo antes de iniciada a batalha. Um anjo que estava no sol — de onde procede a luz que ilumina o mundo em trevas — convidou as aves do céu para se ajuntarem numa grande ceia, que Deus lhes preparara.

Era para virem comer a carne dos reis, dos capitães militares, dos homens poderosos, de cavalos, de cavaleiros, de todos os homens, livres e escravos, pequenos e grandes. A carnificina dos inimigos de Deus seria muito grande. E a cena termina com as aves de rapina afluindo em multidão ao campo de batalha.

A Vitória sobre a Primeira e a Segunda Bestas
A batalha durou pouco. A besta e seus aliados, os reis da terra e o falso profeta não eram forças que resistissem ao vitorioso Guerreiro e a sua aguda espada. 



Assim, a besta e o falso profeta foram lançados vivos no "ardente lago de fogo e de enxofre". E o resto foi morto pela espada que sai da boca do Cristo vitorioso. A destruição foi completa. Foi-se a batalha, e Cristo saiu vitorioso.

Apocalipse 19.11-21
19 - E vi a besta e os reis da terra, com os seus exércitos, congregados para pelejarem contra aquele que estava montado no cavalo e contra o seu exército.
20 - Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre.

Como tem acontecido com várias outras partes do Apocalipse, tem havido muita discussão sobre a correta interpretação deste quadro. Os futuristas acham que é mesmo uma batalha no sentido literal, que precederá o Reino de Deus. Seiss acha aqui quase tudo literal, até mesmo os cavaleiros e os cavalos. (J. A. Seiss, The Apocalipse [Filadélfia, School of the Bible, 1865], XH, p. 250.) 

Igualmente Ottman, falando das aves de rapina convidadas para o grande banquete, entende que há aí referência a corvos que se deliciarão com os cadáveres dos soldados mortos. (F. C. Ottman The Vnfoldmg of the Ages [N. York, Publication Office, "Our Hope", 1905], p. 421.)

Os adeptos desta escola acham que a besta é um Anticristo pessoal que surgirá nos últimos dias e que terá mesmo um exército de soldados, levado por ele até a Palestina para guerrear os judeus; e que por algum tempo tomará conta da terra, sendo afinal derrotado pelo Senhor e seu exército, daí, então, inaugurando-se o seu reinado de mil anos.

Aqueles da escola da continuidade histórica, que entendem que a besta é a Igreja Católica Romana, por coerência devem sentir-se, neste passo bíblico, bem embaraçados para descobrir qual o poderio que esmagou aquela força. Visto como a Igreja Romana ainda está de pé, dizem eles que o Armagedom ainda virá. (Ver Barnes, Carrol Lord, in loco.) 

A objeção de sempre, a este método de interpretação, é esta: Que significação teriam estas ideias para os cristãos dos dias de João?! Para interpretar o Apocalipse de modo certo, devemos sempre partir da época e das circunstâncias imediatas, que rodeavam não só o escritor, mas também os leitores — aqueles para cuja instrução, confirmação e conforto ele escreveu. 



Este é um livro aplicado e adaptado inteiramente à época em que foi escrito. Armagedom não é o nome de algum lugar; é, sim, uma palavra simbólica que indica uma batalha decisiva. 

Retrata-se Cristo descendo do céu; mas aqui não se trata de sua segunda vinda, assunto que vemos em tantas partes do Novo Testamento. A cena representa simbolicamente sua vinda para ajudar os cristãos perseguidos, dando-lhes assistência celestial em suas lutas espirituais. 

Se, como temos feito nesta obra, se identifica a besta com o imperador, visto personificar ele a Roma imperial, pagã e perseguidora, não poderemos explicar doutra forma esta batalha. É uma representação vívida e simbólica do triunfo final da Causa e do povo de Cristo sobre esse império pagão.

A besta (Domiciano) e a segunda besta (o falso profeta, a Concilia Romana, o sacerdócio da religião do Estado) são lançadas vivas no ardente lago de fogo e enxofre. Isto simboliza a destruição delas.

Cristo triunfou sobre elas, e elas já não molestarão os cristãos. Este conflito aqui descrito é um conflito de natureza espiritual. (D. Smith, J. Smith Pieters, Dana, Richardson, Allen, Beckwith, Milligan, Kiddle e Swete, in loco.)

A Vitória sobre os Aliados da Besta
É interessante notarmos que mesmo aqueles que sustentam este ponto de vista discordam entre si quanto aos pormenores. Por exemplo, os entendidos têm opiniões diversas sobre o significado desta sentença — "e os restantes foram mortos com a espada do que estava assentado sobre o cavalo, sim, com a espada que saía da boca dele". 

Apocalipse 19.21
21 - Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo. E todas as aves se fartaram das suas carnes.

Um grupo acha que isto significa a conversão dos aliados de Roma quando viram Roma cair; neste caso, seriam contados como baixas. (Pietera, J. Smith, in loco.) Assim, se converteriam, ou sentiriam que não valia mais a pena prosseguir naquela política de perseguição aos cristãos. Outros acham que isto indica o poder de Cristo de julgar a todos — o poder que o Messias tem de castigar com a morte os seus inimigos. (Milligan, Kiddle e Beckwith, in loco.) 

Alguns (Dana, D. Smith, in loco.) não tomam posição no que respeita a estes pormenores do simbolismo, enquanto um outro intérprete (Swete, op. ctt., p. 259.) abertamente acha que aqui estão simbolizadas ambas as coisas.

Assim, sustenta que a espada aqui é aquela de que nos fala o apóstolo Paulo em Efésios 6:17, e que podemos interpretar como se referindo a duas operações do poder de Cristo — como punição, e como esforço para restaurar todas as coisas; a Palavra mata, ao pronunciar o juízo, como também leva à obediência da fé. 

Mas, julga este exegeta, que talvez se tenha em vista aqui esta última operação ou função da Palavra. Com evidência tão boa para ambas as interpretações, vemos que este ponto de vista nos oferece uma boa solução.

Alguns entendidos fazem fortes objeções a esse método de interpretar simbolicamente esta batalha. E o fazem baseando-se no fato de a linguagem aqui empregada ser assaz guerreira e de caráter mui severo, para que se a interprete daquele modo. Todos os pormenores são rijos e fortes: olhos como chama de fogo, espada aguda, vara de ferro, lagar do vinho do furor, vestidos salpicados de sangue.

Tudo isto parece referir-se a uma guerra real e não apenas a um juízo espiritual contra os homens. Mas não devemos esquecer que esses mesmos termos de guerra os cristãos usam hoje ainda em seus cânticos e hinos, como, por exemplo — "Avante, soldados de Cristo, marchemos para a guerra" — "Camaradas, a divisa mostra-se nos céus" — "Eis o estandarte tremulando à luz".



São estas frases nada mais que representações da luta espiritual, do glorioso avanço do evangelho. São, na verdade, expressões vívidas, fortes e realistas. Certo missionário cristão, duma feita, contou que a polícia japonesa, ouvindo alguns cristãos coreanos cantar em suas igrejas hinos com tais expressões, concluiu que eles estavam tramando uma revolução. ( Pieters, op. cit., p. 288.) 

Neste capítulo do Apocalipse, leva-se este simbolismo militar, mui comum, até o extremo, com o intuito de se produzir a viva impressão quanto à certeza da vitória para a causa da retidão sobre a besta, o falso profeta e seus aliados. Isto queria dizer para os cristãos livramento e cessação das perseguições. 

A religião pagã e o governo ateísta de Roma estavam sentenciados à destruição. E, uma vez esmagados, a causa de Deus, o povo de Deus, bem como os seus propósitos marchariam vitoriosos, num crescendo assustador. 

Em pontos como este é que a escola de interpretação histórico-filosófica alcança algum pé a seu favor. O veredicto dela, então, seria este: "Aqui está simbolizada a completa vitória do Filho de Deus sobre todas as hostes da injustiça, não apenas nos dias de João, mas em todas as épocas da História Universal."

Isto é verdade, mas a ênfase aqui se dá primeiramente à vitória sobre a religião falsa e pagã pela cristandade da Ásia Menor de cerca do ano 95 de nossa era. " 

Por Ray Summers
 
 https://www.semeandovida.org/2010/04/apocalipse-191-21-o-regozijo-dos-santos_29.html

" A promessa do retorno de Cristo "

O Retorno de Jesus Cristo a Terra - Notas de Samir

A promessa do retorno de Cristo


O retorno triunfante de Jesus à Terra é um dia pelo qual todos podemos e devemos aguardar.

17 de dezembro de 2021

Apocalipse 19: 11-21, Apocalipse 20: 1-6

O retorno de Jesus Cristo é uma parte vital do plano redentor de Deus para a humanidade. É por isso que o evento foi predito por profetas, proclamado por anjos e ensinado por Jesus e os apóstolos.

Na verdade, mais passagens do Antigo Testamento são dedicadas à segunda vinda de Cristo do que à primeira. E no Novo Testamento, o Senhor menciona Seu retorno com mais freqüência do que fala de Sua morte.

A segunda vinda derrota o reinado terreno de Satanás e estabelece o reino de paz e justiça de Cristo em seu lugar.

Santos de todas as idades serão reunidos para reinar com o Senhor. E o Pai quer que estejamos entusiasmados e esperançosos com a volta de Jesus, reconhecendo-a como a culminação de Seu plano para o mundo. A fim de manter nossa esperança viva, as Escrituras nos dizem o que esperar, embora não saibamos o momento exato.

Você está aguardando ansiosamente a volta de Cristo ou raramente pensa sobre isso? O apóstolo João nos adverte a não amar o mundo ou as coisas que ele contém, porque eles estão passando (1 João 2: 15-17). Em vez disso, devemos ansiar pelo retorno de nosso Salvador e nos regozijar em Seu reino vindouro.

Bíblia em um ano: Hebreus 1-3

https://us18.campaign-archive.com/?e=de690becda&u=dc92245755b49b0fd033acd1c&id=52d8be1301   


" O que é o Sermão da Montanha? "

 O SERMÃO DA MONTANHA - VPI TURISMO- VIAGEM- EXCURSÃO ...

O que é o Sermão da Montanha?

O Sermão da Montanha, também conhecido como Sermão do Monte, é o conjunto de ensinamentos principais que Jesus deu aos seus discípulos. Esses ensinamentos são conhecidos como o Sermão da Montanha porque Jesus tinha o hábito de ensinar no monte, onde havia mais espaço. O Sermão da Montanha mostra como o cristão deve viver.

Podemos encontrar o Sermão da Montanha no evangelho de Mateus, nos capítulos 5 a 7. O sermão começou quando Jesus viu a multidão e decidiu subir a um monte para ensinar (Mateus 5:1-2). No Sermão da Montanha, Jesus ensinou sobre sete coisas:

1. Quem é abençoado por Deus

Jesus começou seu sermão com as famosas “bem-aventuranças”, explicando como pessoas com certas virtudes serão abençoadas por Deus. Em vez de concentrar na sabedoria ou na força humana, Jesus abençoou aqueles que sofrem e são desprezados por amor a Deus. Aqueles que amam Jesus sofrerão mas, no fim, serão recompensados (Mateus 5:11-12).

Os seguidores de Jesus, além de serem abençoados, são chamados também para serem bênção. Assim como o sal dá sabor à comida e a candeia ilumina a casa, os crentes devem abençoar as pessoas à sua volta.

Veja aqui: o que significa ser sal da terra e luz do mundo?

2. A Lei de Deus e a atitude do cristão

Jesus que explicou que ele veio cumprir a Lei de Deus na perfeição (Mateus 5:17-18). Os mandamentos de Deus são muito mais que regras exteriores. O coração é tão importante quanto as ações. Assim, odiar o irmão é tão errado quanto matar o irmão e cobiçar ou divorciar para casar com outra pessoa é igual a cometer adultério.

Os seguidores de Jesus devem procurar um padrão mais alto, que começa no coração e depois se reflete nas ações. Devem amar os inimigos, perdoar em vez de procurar vingança e serem sempre honestos, sem necessidade de fazer juramentos.

3. Ajudar os pobres, oração e jejum

No Sermão da Montanha, Jesus explicou que as boas ações devem ser feitas por amor a Deus, não por querer a admiração de outras pessoas. Por isso, quem ama a Deus deve ser discreto quando ora, jejua ou dá esmolas (Mateus 6:1).

Jesus também ensinou como orar, com a oração do Pai Nosso. Ele explicou que Deus ouve as orações de quem crê e não desiste. Ele tem muitas coisas boas para dar aos Seus filhos. Mas Ele também espera que Seus filhos peçam e aprendam a perdoar.

Veja também: o que significa a oração do Pai Nosso?

 Evangeliza - Bem-Aventuranças - O Sermão da Montanha

4. As preocupações da vida

O Sermão da Montanha ensina a se preocupar mais com as coisas de Deus. Quem põe Deus em primeiro lugar não precisa ter medo do futuro, porque Deus vai suprir as necessidades. É melhor procurar as bênçãos espirituais que concentrar apenas nas coisas terrenas, que logo passam (Mateus 6:19-21).

5. Julgar os outros

A hipocrisia é um grande perigo, que todo seguidor de Jesus deve evitar (Mateus 7:1-2). Quem aponta o erro de outra pessoa deve primeiro se examinar a si mesmo, porque poderá estar se condenando também!

Leia aqui: o que Deus diz sobre julgar as pessoas?

6. Falsos profetas

Jesus explicou que a chave para identificar falsos profetas é por seus frutos (Mateus 7:15-16). Os verdadeiros servos de Deus darão bons frutos mas os enganadores serão revelados por suas vidas erradas.

Descubra aqui como reconhecer falsos profetas.

7. O melhor alicerce para a vida

As palavras de Jesus são como uma rocha, onde quem é sensato constrói sua casa. Outras pessoas, que confiam em outros ensinamentos, ignorando a verdade de Jesus, não têm bases sólidas e não resistirão quando vierem as tempestades da vida. Essa é a conclusão do Sermão do monte: quem segue os ensinamentos de Jesus ficará firme (Mateus 7:28-29).

Partes dos ensinamentos do Sermão da Montanha são repetidos em várias outras partes dos quatro evangelhos. Jesus provavelmente repetia seus discursos, porque era muito importante que as pessoas se lembrassem desses ensinamentos.

(Parte 3) Serie: O Sermão da Montanha. Estudo Nº 3: As ...

" Escarnecedores da Segunda Vinda de Jesus "


 

" Porque Muitos não se Preocupam com a volta de Jesus? "

 


" Como tua mente fica limpa | C. H. Spurgeon ( 1834 - 1892 ) "


 

" Tatuagem / Métodos contraceptivos / Festas de são João, Halloween e outras "

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=OoTqVLwSuNY

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